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La Trascendencia Del Invisible

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“La Trascendência Del Invisible”.

 

 

    En una de sus obras más introspectivas, Dicrayon se autorretrata tres veces, mostrando su versatilidad al transcender a si mismo y mostrarse al mundo como una figura sufrible y frágil (vidrio derritiendo) que tiene conciencia de la importancia de su existencia, que, mismo después de su muerte, aún que así sus ideas permanecerán através de sus obras (cerebro penetrando el mármol). La otra figura de mármol representa su faceta imprescindible, la arte, donde , en horma de un busto, es compuesta por varios elementos, siendo la haz izquierda un danzarín de flamenco, la nariz y la haz derecha, danzarinas de flamenco, representando España, donde pretende vivir un día. En la sombra del busto, la cabeza de un búho, simboliza la inteligencia. El contorno de la cabeza es formado por la diosa fortuna con la cornucopia(oreja). En el tenedor y paleta encontramos silueta de un ruiseñor. Entre las figuras de vidrio y mármol, podemos mirar la cabeza de un caballo blanco, imagen reforzada por un pez saltando, en el fondo de la tela, y el barquero conduciendo el violón. Tenemos aún al fondo un roquero hormando un monje(Fe) volando con una cruz que, al mismo tiempo cambiase en caballo(poder); en síntesis, el poder de la fe. Girando el cuadro el cerebro cambiase en un pez dorado, surge el tercer autorretrato invisible, con gafas(rabo del pez). Representados en la tela tenemos la literatura(lápiz), la pintura (pincel, paleta, tinta), la música (barquero y ruiseñor), la danza y la escultura(busto del artista). La supervivencia es simbolizada por el tenedor.

 

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“A Transcendência Do Invisível”.

 

 

    Em uma de suas obras mais introspectivas, o artista se auto-retrata três vezes , mostrando sua versatilidade ao transcender a si mesmo mostrar-se ao mundo como uma figura sofrível e frágil (auto-retrato de vidro derretendo) que tem consciência da importância de sua existência, que somos movidos, único e exclusivamente , por nossos desejos (morangos), que, mesmo após sua morte, ainda assim suas idéias persistirão através de suas  obras (cérebro penetrando o mármore). Busca evidenciar nesta obra os dois planos existenciais, a matéria (inferior) e espírito (superior). O outro auto-retrato de mármore, representa sua faceta imprescindível, A ARTE, onde, em forma de um busto, é composta por vários elementos , sendo: a face esquerda, um bailarino de flamenco; o nariz e a face direita, bailarinas de flamenco, representando a Espanha, onde pretende morar um dia. Na sombra do busto, a cabeça de uma coruja, símbolo da sabedoria. O contorno da cabeça é formado pela Fortuna segurando a cornucópia (orelha). No garfo e paleta encontramos a silhueta de um rouxinol. Entre as figuras de vidro e mármore, podemos visualizar a cabeça de um cavalo branco, imagem reforçada  por um golfinho  saltando, no fundo da tela, e o gondoleiro  conduzindo o barco/violino(gorro formando a narina) e também uma máscara de teatro em perfil. Temos ainda ao fundo uma pedreira, formando um monge (fé) voando com uma cruz que, ao mesmo tempo, se transforma num cavalo (poder); em síntese, o  poder da fé. Girando o quadro de ponta-a-cabeça , o cérebro se transforma em um peixe dourado japonês com a boca aberta, surge o terceiro auto-retrato invisível, com óculos e bigode (cauda do peixe). Representados na tela, temos a literatura (lápis), a pintura (pincel, paleta e tubo  de  tinta), a música (violino e rouxinol) a dança (bailarinos de flamenco)a escultura (busto do artista) e o teatro (máscara). A sobrevivência é simbolizada pelo garfo.

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“The Trancendence Of The Invisible”.

 

 

   In one of his most introspective painting, DICRAYON portrays himself three times showing his versatility. He transcends the "self" and shows himself to the world as a sufferable and fragile figure (glass container melting) that has conscience about the value of his existence, and those human beings are impelled only by their own desires (strawberries). Furthermore, even after his death, his ideas will go on through his paintings (brain penetrating the marble). The other marble figure, symbolizes his main feature, the ART, which, in form of a Bust is compound by many elements, being the left face flamenco's dancer depicting the Spain, country where DICRAYON intends to live some day. In the Burst's shade, the head of an owl symbolizes wisdom. The shape of the head is formed by the Fortune holding a cornucopia (ear). In the fork and palette, we realize a nightingale's silhouette. Between the figures of glass and marble, we can contemplate the head of a white horse, image reinforced by a jumping fish, at the background, and the boatman leading the boat (cap forming the nostril). We still have at the background a quarry forming a monk (faith) flying with a cross that, at the same time, changes into a horse (power), in synthesis, the faith's power. Turning the picture tip head, the brain changes into a golden fish with open mouth, so, appears the third invisible self-portrait, with eye glasses and mustache (tail of the fish). Depicted on the picture, we have the literature (pencil), the painting (paintbrush, palette and ink pipe), the music (boatman and nightingale), the dance (flamenco's dancers) and sculpture (artist's burst). The survival is symbolized by the fork.

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